Palhoça lança Polo Náutico para atrair investimentos

A prefeitura de Palhoça lançou o PRONAU (Plano de Desenvolvimento do Polo Náutico de Palhoça) na dia 28 de junho. O projeto foi apresentado a autoridades pelo secretário de desenvolvimento econômico, Marcelo Fett, e pelo prefeito Camilo Nazareno Pagani Martins.

O objetivo do PRONAU é fomentar o desenvolvimento e crescimento econômico da cidade, atendendo uma vocação que já é natural do município situado no litoral catarinense. De acordo com um estudo desenvolvido em parceria com o SEBRAE, o setor náutico foi considerado “estratégico” para o município.

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Polo Náutico quer incentivar a abertura de novas fábricas e/ou a criação de centros de distribuição. Foto: Intech Boating/ Divulgação

A cidade de Palhoça é privilegiada quando se trata de mercado náutico: além de estaleiro, se fazem presentes muitos fornecedores e mão de obra qualificada. A ideia é fortalecer a sinergia entre as empresas e também oferecer atrativos para novos empreendedores investirem na região.

Para o presidente do estaleiro catarinense Intech Boating, José A. Galizio Neto, que participou do lançamento, a visão do projeto de concentrar em um único po​lo as diversas especialidades da cadeia produtiva do setor, com infraestrutura adequada, e a missão de proporcionar crescimento ao município e sua comunidade, multiplica os conhecimentos técnicos e práticos.

José Neto representou o empresário Eduardo Colunna, presidente da ACOBAR – Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos. ​”​Apoiamos a iniciativa e estamos engajados a participar e auxiliar a prefeitura neste projeto inovador. “O plano cria um ambiente propício ao desenvolvimento das empresas instaladas e atrai novos investidores”, considera Neto.​


Quatro eixos do PRONAU:
1) Atração de investimentos – incentiva a abertura de novas fábricas e/ou a criação de centros de distribuição;

2) Capacitação – firma parceria com universidades, associações e escolas técnicas, visando viabilizar cursos de aperfeiçoamento de mão de obra;

3) Ambiente político e legal – eixo com foco na redução de impostos, como a isenção do IPTU;

4) Infraestrutura – aprimora os acessos (transporte) e centralizando os fabricantes/fornecedores do setor em uma área específica do município.